terça-feira, 10 de outubro de 2017

Sorria...

A violência é uma conseqüência do desamor que temos vivido em nossos tempos, conforto talvez excessivo que a era tecnológica nos proporciona. A criatura vai se apaixonando por facilidades materiais e se esquece de que nós precisamos de amor, paciência, compreensão e carinho. A ausência desses valores espirituais vai criando essa agressividade exagerada no relacionamento entre as pessoas ou entre muitas das pessoas no nosso tempo.

De modo que precisaríamos mesmo de uma campanha de evangelização, de retorno ao Cristianismo em sua feição mais simples para que venhamos a compreender que não podemos pedir assistência espiritual a um trator de esteira, não podemos pedir socorro a determinados engenhos que hoje nos servem como recursos de pesquisas em pleno firmamento, nós precisamos desses valores de uns para com os outros.

Quando nos voltarmos para o sentimento, para o coração, acreditamos que tanto a violência, como a corrida às armas para defesa pessoal decrescerão ao ponto mínimo e vamos extinguindo isso, pouco a pouco, à medida que crescemos em manifestações de amor, reciprocamente.

                                                        Chico Xavier

 (Entrevista feita em junho de 1980 por Marlene R. S. Nobre, transcrita no livro de sua autoria "Lições de Sabedoria")

Ato de Fé

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

"Esqueça" um livro de Kardec hoje!




MOLHO BRANCO SIMPLES

Ingredientes

2 xícaras de leite frio
2 colheres (sopa) de margarina
2 dentes de alho picados
1/2 cebola média picada
2 colheres (sopa) de farinha de trigo (ou maisena)
1 tablete de caldo de legumes
sal a gosto

Modo de preparo:

Dissolva a farinha de trigo em 1/2 xícara de leite e reserve
Em uma panela, doure o alho e a cebola na margarina
Adicione o leite com a farinha, mexa um pouco e acrescente o restante do leite
Após fervura, adicione o caldo de legumes
Mexa, constantemente, até ficar cremoso.


Fonte: Tudo Gostoso

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Indissolubilidade do Casamento

1 – E chegaram-se a ele os fariseus, tentando-o e dizendo: É porventura lícito a um homem repudiar a sua mulher, por qualquer causa? Ele, respondendo, lhes disse: Não tendes lido que quem criou o homem, desde o princípio os fez macho e fêmea? E disse: Por isso, deixará o homem pai e mãe, e ajuntar-se-á com sua mulher, e serão dois numa só carne. Assim que já não são dois, mas uma só carne. Não separe logo o homem o que Deus ajuntou. Replicaram-lhe eles: Pois por que mandou Moisés dar o homem à sua mulher carta de desquite, e repudiá-la? Respondeu-lhes: Porque Moisés, pela dureza de vossos corações, vos permitiu repudiar vossas mulheres, mas ao princípio não foi assim. Eu, pois, vos declaro, que todo aquele que repudiar sua mulher, se não for por causa da fornicação, e casar com outra, comete adultério, e o que se casar com a que o outro repudiou, comete adultério. (Mateus, XIX: 3-9)
 2 – A não ser o que procede de Deus, nada é imutável no mundo. Tudo o que procede do homem está sujeito a mudanças. As leis da natureza são as mesmas em todos os tempos e em todos os países; as leis humanas, porém, modificam-se segundo os tempos, os lugares, e o desenvolvimento intelectual. No casamento, o que é de ordem divina é a união conjugal, para que se opere a renovação dos seres que morrem. Mas as condições que regulam essa união são de tal maneira humanas, que não há em todo o mundo, e mesmo na cristandade, dois países em que elas sejam absolutamente iguais, e não há mesmo um só em que elas não tenham sofrido modificações através dos tempos. Resulta desse fato que, perante a lei civil, o que é legítimo num país e m certa época, torna-se adultério noutro país e noutro tempo. Isso porque a lei civil tem por fim regular os interesses familiais e esses interesses variam segundo os costumes e as necessidades locais. É assim, por exemplo, que em certos países o casamento religioso é o único legítimo, enquanto em outros o casamento civil é suficiente.
 3 – Mas, na união conjugal, ao lado da lei divina material, comum a todos os seres vivos, existe outra lei divina, imutável como todas as leis de Deus, e exclusivamente moral, que é a lei do amor. Deus quis que os seres se unissem, não somente pelos laços carnais, mas também pelos da alma, a fim de que a mútua afeição dos esposos se estenda aos filhos, e para que sejam dois, em vez de um, a amá-los, tratá-los e fazê-los progredir. Nas condições ordinárias do casamento, é levada em conta a lei do amor? Absolutamente! Não se consulta o sentimento mútuo de dois seres, que se atraem reciprocamente, pois na maioria das vezes, esse sentimento é rompido. O que se procura não é a satisfação do coração, mas a do orgulho, da vaidade, da cupidez, numa palavra: todos os interesses materiais. Quando tudo corre bem, segundo esses interesses, diz-se que o casamento é conveniente, e quando as bolsas estão bem equilibradas, diz-se que os esposos estão igualmente harmonizados e devem ser muito felizes. Mas nem a lei civil, nem os compromissos que ela determina, podem suprir a lei do amor, se esta não presidir à união. Disso resulta freqüentemente, que aquilo que se uniu à força, por si mesmo se separa, e que o juramento pronunciado ao pé do altar se torna um prejuízo, se foi dito como simples fórmula. São assim as uniões infelizes, que se tornam criminosas. Dupla desgraça, que se evitaria se, nas condições do matrimônio, não se esquecesse à única lei que o sanciona aos olhos de Deus: a lei do amor. Quando Deus disse: “Serão dois numa só carne”, e quando Jesus advertiu: “Não separe o homem o que Deus juntou”, isso deve ser entendido segundo a lei imutável de Deus, e não segundo a lei instável dos homens.
 4 – A lei civil seria então supérflua, e deveríamos retornar aos casamentos segundo a natureza? Não, certamente. Porque a lei civil tem por fim regular as relações sociais e os interesse familiais, segundo as exigências da civilização, e eis porque ela é útil, necessária, mas variável. Deve ela ser previdente, porque o homem civilizado não pode viver como o selvagem. Mas nada, absolutamente, impede que ela seja um corolário da lei de Deus. Os obstáculos ao cumprimento da lei divina decorrem dos preconceitos sociais e não da lei civil. Esses preconceitos, embora ainda vivazes, já perderam o seu domínio sobre os povos esclarecidos, e desaparecerão com o progresso moral, que abrirá finalmente os olhos dos homens para os males incontáveis, as faltas, e até mesmo os crimes que resultam das uniões contraídas com vistas apenas aos interesses materiais. E um dia se perguntará se é mais humano, mais caridoso, mais moral, ligar um ao outro, dois seres que não podem viver juntos, ou restituir-lhes a liberdade; se a perspectiva de uma cadeia indissolúvel não aumenta o número das uniões irregulares.

(Kardec, Allan: O Evangelho Segundo o Espiritismo - FEB.)

Maior Portal do Mundo sobre Allan Kardec pode ser lido em quatro idiomas

Acaba de ser lançado o maior portal sobre as obras de Allan Kardec no mundo. Criado e mantido por Cosme Massi, em 4 idiomas, ele contém as 23 obras fundamentais para quem quer conhecer o Espiritismo. Digite uma palavra; um texto... pesquise, navegue. É a "wikipedia" do estudioso espírita ao seu dispor, gratuitamente.
Forte abraço a todos!
http://www.kardecpedia.com/
Muito interessante... Vale divulgar! Lindo.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Atitudes...


Quantos existem que são assoberbados de orgulho, por julgar que basta frequentar a sua igreja ou a sua Casa Espírita para se considerar salvos ! O Cristo apresentou assim os princípios do Seu Reino, mostrando serem eles a grande norma da vida.
Podemos expulsar os Espíritos trevosos, mas com isso não estamos isentos de mudar o nosso interior. Os méritos do homem são a caridade e a humildade, e não o operar prodígios, fazer pregações e expulsar "demônios". Para melhor gravar a lição, dá um exemplo. Não basta dizer que ouvimos a voz do Cristo. Cumpre-nos nos tornemos trabalhadores de Sua seara; que sejamos leais com o próximo,
não importando a qual igreja ele pertença, porque não estamos no plano físico para julgar e separar, sim para nos tornar melhores do que fomos ontem; que a Doutrina do Cristo é a água do Jordão nos batizando, tirando o lodo do egoísmo e da vaidade, renovando-nos a cada dia para que o Cristo possa nos dizer: Seja bem-vindo, filho do meu Pai.


(Obra: Amigo e Mestre - Médium Irene P.Machado/Espírito Luiz Sérgio)