quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

A paciência como caridade em movimento

Há virtudes que parecem “silenciosas”, mas sustentam grandes transformações. A paciência é uma delas. No capítulo 9 de O Evangelho Segundo o Espiritismo (“Bem-aventurados os mansos e pacíficos”), no trecho “A Paciência” (item 7), a orientação é direta: ser paciente não é passividade, é caridade em forma de postura íntima, especialmente quando somos chamados a lidar com contrariedades, pessoas difíceis e provas do cotidiano. (KardecPedia)

Kardec reúne ali uma ideia forte: existe uma caridade “mais fácil”, que é a esmola, e existe outra “mais penosa e, por isso, mais meritória”: perdoar e suportar com equilíbrio aqueles que, por caminhos da vida, se tornam instrumentos das nossas provações, exercitando em nós a paciência. (KardecPedia)

1) Paciência não é resignação cega: é disciplina do coração

A paciência espírita não é “engolir tudo” nem calar diante do injusto. É governar-se por dentro para não agir no impulso, não ferir por reação, não agravar a dor com revolta. Ela dá tempo ao espírito: tempo de pensar, de orar, de escolher melhor, de construir respostas mais nobres.

Nesse sentido, paciência é força educada: firme, mas mansa; ativa, mas serena. Muitas vezes, o problema não é o fato em si — é a nossa pressa em resolvê-lo “do nosso jeito”, “na nossa hora”. A paciência nos ensina a cooperar com o tempo de Deus sem abandonar o dever do esforço.

2) Emmanuel: paciência como “recomendação” do discípulo em todas as situações

Em Emmanuel, pela psicografia de Chico Xavier, há um ponto prático: a vida espiritual não se resume ao culto exterior; o Evangelho se prova no mundo real, onde há aflições, necessidades e angústias. Por isso, ele recorda a recomendação de Paulo: sermos “recomendáveis em tudo… na muita paciência” — ou seja, a paciência é um selo de maturidade, visível na forma como enfrentamos o dia. (Bíblia do Caminho)

Aqui, paciência não aparece como virtude “para momentos especiais”, mas como treino diário, na família, no trabalho, na convivência, no trânsito, na espera, nas limitações do corpo e nas imperfeições alheias — sem perder a dignidade, mas também sem perder a ternura.

3) Joanna de Ângelis: paciência como antídoto para pressa, ansiedade e pressão do mundo

Joanna de Ângelis observa que a paciência tem rareado porque a vida moderna estimula pressa e ansiedade, gerando distúrbios e desgaste emocional. Ela propõe um caminho: quando cultivada com serenidade e confiança no amor de Deus, a paciência se instala e irradia, ajudando-nos a atravessar circunstâncias difíceis sem colapsar por dentro. (NEPE SEARCH)

Isso é muito atual: paciência não é só “aguentar o outro”, mas também saber esperar o amadurecimento das coisas, sem se violentar, sem se cobrar brutalmente, sem transformar cada obstáculo em catástrofe.

4) Léon Denis: paciência como escola de benevolência

Léon Denis, em Depois da Morte, no capítulo “Doçura, Paciência, Bondade”, vai além: ele descreve a paciência como a qualidade que nos ensina a suportar com calma impertinências e tribulações, e afirma que a paciência conduz à benevolência — porque, ao pacificar as reações, abrimos espaço para compreender, perdoar e ajudar. (Luz Espírita)

É uma pedagogia da alma: quando reagimos com impaciência, endurecemos. Quando exercitamos paciência, amolecemos o orgulho, desarmamos a agressividade e favorecemos o nascimento de uma bondade mais estável.

Um roteiro simples para praticar “A Paciência” no cotidiano

Sem teorizar demais, vale guardar três atitudes bem concretas:

  1. Pausa antes da resposta: a paciência começa no segundo em que você não devolve na mesma moeda.

  2. Oração curta e objetiva: “Senhor, governa minha reação.” (não precisa ser longa para ser verdadeira).

  3. Caridade interpretativa: perguntar-se: “O que essa pessoa está revelando sobre a dor dela — e o que isso está treinando em mim?” (sem romantizar abusos, mas evitando o ódio).

A paciência, no olhar espírita, é um dos lugares mais discretos onde o Cristo se faz presente: não só no que fazemos, mas no modo como permanecemos fiéis ao bem quando o mundo nos puxa para a irritação.


Referências bibliográficas

  • KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. IX: “Bem-aventurados os mansos e pacíficos”, item 7: “A Paciência”. (KardecPedia)

  • XAVIER, Francisco Cândido (psicografia). EMMANUEL (Espírito). Pão Nosso. Cap. 132: “Em tudo”. (Bíblia do Caminho)

  • FRANCO, Divaldo Pereira (psicografia). JOANNA DE ÂNGELIS (Espírito). Momentos Enriquecedores. Cap. 5. (NEPE SEARCH)

  • DENIS, Léon. Depois da Morte. Cap. XLVIII: “Doçura, Paciência, Bondade”. (Luz Espírita)

Texto produzido com inteligência artificial.
Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Fevereiro: o mês mundial de conscientização sobre as doenças raras

Fevereiro é reconhecido mundialmente como o mês dedicado à conscientização sobre as doenças raras — um período fundamental para dar visibilidade a milhões de pessoas que convivem diariamente com condições pouco conhecidas, muitas vezes invisibilizadas pela sociedade e pelo próprio sistema de saúde.
Uma doença é considerada rara quando afeta um número pequeno de pessoas em relação à população geral. No Brasil, o critério costuma ser até 65 pessoas a cada 100 mil habitantes. Mesmo assim, já existem mais de 7 mil doenças raras identificadas no mundo, atingindo cerca de 300 milhões de pessoas globalmente.
Ou seja: são raras individualmente, mas numerosas na realidade.
O desafio de quem convive com uma doença rara
Para muitas famílias, o caminho até o diagnóstico correto pode levar anos. É comum enfrentar:
• médicos que nunca ouviram falar da condição
• exames repetidos sem respostas claras
• tratamentos inadequados
• sofrimento físico e emocional
• preconceito e incompreensão social
Além disso, muitas pessoas com doenças raras também vivem com deficiências associadas, o que torna ainda mais urgente falar de acessibilidade, inclusão e respeito.
Por que a conscientização é tão importante?
O mês de fevereiro busca:
✔ Informar a população
✔ Combater estigmas e preconceitos
✔ Incentivar diagnósticos precoces
✔ Fortalecer políticas públicas de saúde
✔ Apoiar pacientes e familiares
✔ Estimular pesquisas científicas
As campanhas costumam usar as cores roxo, azul e rosa, representando diversidade, esperança e união.
Inclusão também é cuidar
No Cantinho dos Amigos Especiais, sempre reforçamos que toda condição invisível também merece atenção. Assim como acontece com muitas deficiências, quem vive com doenças raras muitas vezes precisa lutar não apenas contra os sintomas, mas contra a falta de compreensão da sociedade.
Conscientizar é um ato de empatia.
É olhar para o outro com respeito.
É garantir direitos, acesso à saúde e dignidade.
Uma mensagem final
Mesmo que o nome diga “rara”, nenhuma vida é rara demais para ser ignorada.
Que fevereiro nos lembre de ouvir mais, acolher mais e lutar por um mundo mais acessível para todos — especialmente para aqueles que enfrentam batalhas silenciosas todos os dias.
 

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

Fevereiro Roxo e Laranja: as dores do corpo e as aflições da alma à luz da Doutrina Espírita

Fevereiro é marcado por duas importantes campanhas de conscientização em saúde: o Fevereiro Roxo, que chama atenção para doenças crônicas e degenerativas, e o Fevereiro Laranja, voltado à prevenção e ao combate da leucemia.
Mais do que datas no calendário, esses movimentos nos convidam a refletir sobre o cuidado com o corpo, mas também — e principalmente — sobre as causas profundas das aflições humanas que se manifestam na matéria.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano não é apenas corpo: é espírito em experiência de aprendizado. Assim, muitas dores físicas dialogam com estados emocionais, hábitos mentais e desafios espirituais que se acumulam ao longo da vida — e, por vezes, de outras existências.
Quando o corpo fala aquilo que a alma silencia
A ciência médica avança a cada dia, explicando mecanismos biológicos das doenças. A espiritualidade, por sua vez, amplia essa compreensão ao mostrar que pensamentos, sentimentos e posturas diante da vida também influenciam profundamente nossa saúde.
Ansiedade constante, mágoas prolongadas, estresse crônico, medo do futuro, falta de sentido existencial e dificuldade de perdoar são aflições cada vez mais comuns no mundo moderno — e que impactam o organismo de forma silenciosa.
Não se trata de “culpar” quem adoece, mas de compreender que somos seres integrais: emoção, mente e corpo interligados.
Fevereiro Roxo: doenças que pedem paciência, acolhimento e ressignificação
As enfermidades lembradas pelo Fevereiro Roxo costumam ser longas, desafiadoras e muitas vezes sem cura definitiva. Elas exigem adaptação, perseverança e apoio constante.
Sob o olhar espírita, esses processos podem representar oportunidades de:
Desenvolvimento da paciência e da humildade
Reconexão com valores espirituais
Aprendizado sobre limites e autocuidado
Fortalecimento de vínculos familiares
Exercício da fé ativa, que não é resignação, mas confiança com ação
Muitas vezes, a dor obriga o espírito a desacelerar, refletir e reorganizar prioridades — algo que, na correria cotidiana, raramente fazemos.
Fevereiro Laranja: a fragilidade da vida e o valor do agora
A leucemia, lembrada no Fevereiro Laranja, nos confronta com a imprevisibilidade da existência. De repente, planos são interrompidos, rotinas mudam e a vida passa a ser vista sob outra perspectiva.
A Doutrina Espírita nos ensina que:
A vida corporal é transitória
O espírito é imortal
Cada experiência tem valor educativo
Nada ocorre sem propósito maior
Diante da doença, muitos despertam para o essencial: o amor, o perdão, a gratidão, o tempo presente, o afeto verdadeiro.
É como se a vida dissesse, em silêncio: “O que realmente importa não pode mais ser adiado.”
As aflições modernas e o adoecimento coletivo
Vivemos a era da pressa, da cobrança excessiva e da comparação constante. Nunca se falou tanto em produtividade — e tão pouco em equilíbrio emocional.
Entre as causas atuais de sofrimento espiritual que refletem no corpo, podemos destacar:
Sobrecarga mental contínua
Falta de descanso verdadeiro
Relações superficiais
Dificuldade de lidar com frustrações
Ausência de espiritualidade vivida no cotidiano
Desconexão consigo mesmo
O corpo, muitas vezes, adoece como último pedido de atenção da alma.
Cura não é apenas ausência de doença
Para o Espiritismo, a verdadeira cura é integral. Pode ocorrer no corpo — quando possível — mas sempre pode acontecer no espírito.
Mesmo diante de enfermidades crônicas ou graves, é possível experimentar:
Paz interior
Aceitação consciente
Esperança fortalecida
Amor ampliado
Crescimento espiritual
Há pessoas que, mesmo doentes, tornam-se mais serenas, amorosas e espiritualmente saudáveis do que quando estavam fisicamente bem.
Um convite de fevereiro para o ano inteiro
As campanhas de fevereiro nos lembram que cuidar da saúde não é apenas fazer exames, mas também:
Cuidar dos pensamentos
Trabalhar emoções
Cultivar fé e espiritualidade
Praticar o perdão
Buscar equilíbrio
Respeitar limites
Corpo e espírito caminham juntos.
Quando semeamos hábitos mais conscientes, emoções mais saudáveis e uma vida interior mais rica, colhemos não apenas mais saúde — mas mais paz.
Para refletir
Talvez a pergunta mais profunda que fevereiro nos propõe não seja apenas:
“Como está a sua saúde física?”
Mas também:
“Como está a sua alma?”

José Eduardo, segue uma seleção de referências bibliográficas sólidas e muito usadas no meio espírita para fundamentar o artigo — todas 

📚 Referências da Codificação Espírita
O Livro dos Espíritos — Allan Kardec
(Especialmente as questões sobre sofrimento, provas, expiações e influência do espírito sobre o corpo.)
O Evangelho Segundo o Espiritismo — Allan Kardec
(Capítulos sobre aflições, resignação, dor como aprendizado espiritual.)
A Gênese — Allan Kardec
(Relação entre leis naturais, espírito e matéria.)
📖 Obras complementares sobre doença, sofrimento e evolução espiritual
O Consolador — Francisco Cândido Xavier
(Explicações diretas sobre enfermidades, causas espirituais e reencarnação.)
Pensamento e Vida — Francisco Cândido Xavier
(Influência do pensamento sobre o corpo físico.)
Ação e Reação — Francisco Cândido Xavier
(Lei de causa e efeito refletida nas experiências humanas, inclusive na saúde.)
Nos Domínios da Mediunidade — Francisco Cândido Xavier
(Mostra conexões entre emoções, perispírito e organismo.)
📗 Reflexões espirituais sobre dor e aprendizado
Pão Nosso — Francisco Cândido Xavier
Caminho Verdade e Vida — Francisco Cândido Xavier
🧠 Para diálogo entre espiritualidade e saúde (apoio conceitual)
Missionários da Luz — Francisco Cândido Xavier
(Relação entre planejamento reencarnatório e corpo físico.)
 

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

sábado, 31 de janeiro de 2026

Davi – Nasce um ReiUma história de fé, propósito e coragem que fala ao coração

Em tempos em que tantas produções apostam apenas em ação e efeitos visuais, Davi – Nasce um Rei chega aos cinemas como uma animação que toca a alma e resgata valores eternos: fé, obediência, humildade e confiança em Deus.
Inspirado nos relatos bíblicos do Antigo Testamento, o filme apresenta de forma sensível e acessível a trajetória do jovem pastor escolhido por Deus para se tornar rei de Israel — não por sua aparência ou força, mas por seu coração.
A narrativa conduz o espectador desde o momento em que o profeta Samuel, guiado por Deus, unge Davi ainda menino, passando por seus desafios, medos e crescimento espiritual, até o famoso confronto com o gigante Golias, símbolo das lutas que todos enfrentamos na vida.
Mais do que contar uma história conhecida, a animação transforma o relato bíblico em uma verdadeira experiência emocional, especialmente para crianças, jovens e famílias que desejam refletir sobre fé de forma leve e envolvente.
🌿 Um livro em movimento
Assistir a Davi – Nasce um Rei é como ver a Bíblia ganhar vida na tela. A animação funciona como um “livro em movimento”, ajudando o público a compreender com clareza como Deus prepara seus escolhidos ao longo do tempo — muitas vezes no anonimato, nas pequenas tarefas e na fidelidade diária.
Davi não nasce rei. Ele é formado por Deus.
O filme mostra que antes da coroa vêm o pastoreio, o cuidado, a confiança e a dependência do Senhor. Uma mensagem poderosa para os dias de hoje, em que tudo parece querer ser imediato.
✨ Lições que atravessam gerações
Entre os principais ensinamentos que a animação transmite, destacam-se:
• Deus vê o coração, não a aparência
• O tempo de preparação é tão importante quanto o tempo da promessa
• A fé vence gigantes que parecem impossíveis
• Pequenos atos de obediência constroem grandes destinos
• Coragem nasce da confiança em Deus, não da ausência de medo
São valores que dialogam com crianças, jovens, adultos e todos que buscam fortalecer sua caminhada espiritual.
🎥 Um convite para o cinema com propósito
Em um sábado, em um momento em família ou mesmo como reflexão pessoal, Davi – Nasce um Rei se apresenta como uma excelente opção de entretenimento com conteúdo edificante.
É o tipo de filme que emociona, ensina e deixa sementes no coração — exatamente o que buscamos semear aqui no Semear Para Colher.
Porque histórias que vêm de Deus sempre produzem frutos de fé.
 
Imagem: Divulgação.
Texto produzido com inteligência artificial.
Autor respondeu: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.
 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Congresso Espírita de Uberlândia: o que é e os destaques da edição 2026

O Congresso Espírita de Uberlândia (CEU) é um encontro anual realizado em Uberlândia que reúne pessoas de diferentes regiões para palestras, reflexões, momentos artísticos e convivência fraterna, com uma proposta de espiritualidade aplicada ao cotidiano.

A ideia central do congresso é criar um espaço organizado, acolhedor e acessível para estudo e diálogo sobre temas como vida interior, relações humanas, esperança, ética e consolação, a partir de uma perspectiva espírita.

Como funciona o congresso, em geral

Em linhas gerais, o CEU costuma ter:

  • Credenciamento e abertura no primeiro dia.

  • Palestras e debates ao longo da programação.

  • Apresentações artísticas integradas ao conteúdo.

  • Orientações ao público e estrutura para participação de diferentes perfis, inclusive com atividades voltadas a faixas etárias específicas.

Um ponto relevante (especialmente pensando em inclusão) é que há indicação de tradução em LIBRAS nas divulgações oficiais do evento.

A edição de 2026, com mais detalhes

A edição de 2026 ganhou destaque por consolidar o congresso como um evento de grande alcance, com público expressivo e programação variada.

Quando e onde aconteceu

Em 2026, o congresso foi divulgado como ocorrendo de 23 a 25 de janeiro de 2026, no Center Convention Uberlândia (complexo do Center Shopping Uberlândia).

Tema central

O tema anunciado para 2026 foi a mensagem:

“Nunca temais! Eu seguirei convosco, e vos aguardarei… Por todo o sempre.”

A divulgação relaciona essa frase à referência do livro Até o Fim dos Tempos, atribuído ao espírito Amélia Rodrigues, pela psicografia de Divaldo Franco.

Dimensão do evento, segundo a reportagem

A matéria do Globoplay (na cobertura do MGTV 1ª edição) destaca o congresso como um evento de grande porte, registrando que chegou à 9ª edição, com 15 palestrantes e mais de duas mil pessoas, abordando espiritualidade e relações humanas.

Orientações e estrutura para famílias e jovens

Na divulgação do local do evento, aparecem regras práticas de acesso às áreas de palestras e a existência de espaços voltados ao público mais jovem:

  • CEUzinho (6 a 12 anos)

  • CEU Jovem (13 a 21 anos)

Por que esse congresso chama atenção

Além da dimensão do público, o CEU se destaca por combinar conteúdo doutrinário e reflexões existenciais com linguagem acessível, organização e programação cultural — um formato que ajuda a ampliar o alcance do debate espiritual para além de quem já está inserido em grupos de estudo.


Fontes:

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

06 de Janeiro: Dia da Gratidão

O Dia da Gratidão é uma data simbólica dedicada a refletirmos sobre tudo aquilo que temos a agradecer — pessoas, oportunidades, aprendizados, desafios superados e até mesmo as pequenas bênçãos do cotidiano. Em vários lugares do mundo, esse dia é comemorado em 6 de janeiro, mas a mensagem principal é universal: a gratidão transforma o nosso olhar sobre a vida.
✨ O significado de praticar a gratidão
Ser grato não é ignorar as dificuldades, mas reconhecer que, mesmo em meio às lutas, existem luzes, mãos estendidas, apoio, esperança e amor. A gratidão:
fortalece os vínculos afetivos
melhora a saúde emocional
ajuda a cultivar humildade e empatia
nos aproxima do sagrado e da fé
e inspira um coração mais sereno e confiante
Quando agradecemos, abrimos espaço interior para enxergar mais o bem do que o medo, mais a confiança do que a ansiedade.
💫 Gratidão na espiritualidade
Em muitas tradições espirituais, a gratidão é vista como oração silenciosa.
É reconhecer que a vida é um presente — e que tudo o que vivemos contribui para nosso crescimento interior.
A gratidão também nos convida a:
valorizar as pessoas que caminham conosco
agradecer pelas oportunidades de servir
reconhecer o aprendizado em cada experiência
E, quando a gratidão se torna um hábito, ela deixa de ser um gesto isolado e passa a ser uma forma de viver.
🌷 Gratidão também é inclusão
Ser grato é reconhecer o valor único de cada pessoa — com suas histórias, desafios e conquistas.
É perceber que cada vida importa.
É aprender com a diversidade.
É agradecer por podermos caminhar juntos, ajudando e sendo ajudados.
🌟 Um convite especial
Que este dia seja um lembrete suave para dizermos mais:
🙏 “Obrigado(a)”
❤️ “Você é importante”
🌈 “Sou grato(a) por estar aqui”
E que a gratidão não dure só um dia — mas floresça diariamente em nossos gestos, palavras e escolhas.
Se quiser, eu também preparo uma chamada com hashtags e CTA para seus blogs ou redes sociais.