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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Aquele Que Fizer a Vontade de Deus...


Um dia em que Jesus falava ao povo, alguém se aproximou dizendo:
- Senhor, há visitas. Do lado de fora estão Tua mãe e Teus irmãos procurando falar Contigo. Podes interromper a pregação para atendê-los?
Na verdade, desde a festiva noite de casamento nas bodas de Caná, em que Jesus havia transformado água em vinho, não mais havia se encontrado
com sua querida mãezinha e, por essa razão, alegrou-se. Na condição de mãe amorosa, Maria estava saudosa do filho querido. Trouxera consigo seus irmãos consanguíneos, que embora não compreendessem e até tivessem dúvidas a respeito de missão de Jesus, desejaram revê-Lo e acompanharam Maria naquela visita.
Jesus prosseguiu, dividindo seu olhar entre os familiares e a multidão que o esperava. Sabia que sua missão estava acima dos próprios sentimentos e,
apesar do desejo de ir ao encontro de sua mãezinha, precisava exemplificar.
Assim, atento às necessidades morais daqueles que o ouviram, certo de que suas palavras ficariam para a posteridade, manifestou-se elevando o tom de voz, com a intenção de ressaltar o ensinamento daquela ocasião.
- Olhe bem ao meu redor, está vendo estas pessoas? Então pergunto: quem é minha mãe? Quem são meus irmãos?
Diante do olhar de incompreensão e incredulidade do mensageiro, Jesus complementou, indicando o povo e seus apóstolos:
- Eis minha mãe, eis meus irmãos, porque todo aquele que fizer a vontade do Pai que está nos Céus, este será minha mãe, estes serão meus irmãos.
O Divino Mestre nos transmitia mais uma grandiosa lição de espiritualidade.
Não são os laços da carne que nos fazem uma família, mas as afinidades do espírito. Por isso enfatizou:
- Pois, todo aquele que fizer a vontade de Deus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe.
No final do dia, Jesus reencontrou sua querida mãe e abraçou seus irmãos, mas apenas depois de concluída a palavra e após o atendimento a todos
os necessitados.
Eles ainda não compreendiam a essência de Sua nobre missão.

(Obra: Jesus o Divino Amigo - Médium Antonio Demarchi/Espírito Irmão Virgílio)

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

JESUS, o Divino Amigo


Jesus foi o Divino Modelo de conduta, que nos trouxe o maior legado que a humanidade já teve como código de amor, misericórdia e humildade: seu
Evangelho de Luz. Que nos amou de forma incondicional renunciando temporariamente às esferas de luz onde habitava para encarnar em um planeta denso, de pesadas vibrações, passando todas as necessidades que a matéria impõe, sem nenhum privilégio, somente para exemplificar seu amor.

Mais uma vez, vale a assertiva do Mestre, aplicada ao nosso comportamento: "Pai, perdoai-os. Eles não sabem o que fazem".

Vivemos um período crucial para a evolução da humanidade, e o mais importante, neste momento, é buscarmos o refúgio oferecido pelo Divino Pastor. Mas se não
conhecermos Jesus em sua essência, como poderemos amá-Lo verdadeiramente?

A grande maioria diz amar a Cristo, porém aqueles que o compreendem sabem que amar Jesus não é simplesmente repetir: "Eu amo", mas seguir seus passos,
seus exemplos, ouvir sua voz, aprender a perdoar, a buscar a humildade, ser mais caridoso e tolerante, enfim, amar nosso próximo como Ele nos amou. Aí amaremos de fato a Jesus.

Falar de Jesus, o Divino Amigo, é uma grande responsabilidade, e estamos cientes disso. Tomamos a liberdade de repetir aqui as palavras de João Batista: "não sou digno de, curvando-me, desatar-Lhe as correias das sandálias".

O mundo se agita, convulso, entre conflitos e catástrofes naturais, e devemos entender nessas ocorrências um alerta para despertarmos enquanto é tempo, para
buscarmos a orientação de Jesus, o Divino Amigo, que representa a segurança do abrigo, a paz de um porto seguro que tanto necessitamos.

Que todos possam buscar em Jesus a fortaleza necessária, o refúgio para as suas angústias.

(Obra: Jesus o Divino Amigo - Antonio Demarchi / Irmão Virgílio)

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Aquele Que Fizer a Vontade de Deus...

Um dia em que Jesus falava ao povo, alguém se aproximou dizendo:
- Senhor, há visitas. Do lado de fora estão Sua mãe e Seus irmãos procurando falar Contigo. Pode interromper a pregação para atendê-los?
 
Na verdade, desde a festiva noite de casamento nas bodas de Caná, em que Jesus havia transformado água em vinho, não mais havia se encontrado com sua querida mãezinha e, por essa razão, alegrou-se. Na condição de mãe amorosa, Maria estava saudosa do filho querido. Trouxera consigo seus irmãos  consanguíneos, que embora não compreendessem e até tivessem dúvidas a respeito de missão de Jesus, desejaram revê-Lo e acompanharam Maria naquela visita.

Jesus prosseguiu, dividindo seu olhar entre os familiares e a multidão que o esperava. Sabia que sua missão estava acima dos próprios sentimentos e, apesar do desejo de ir ao encontro de sua mãezinha, precisava exemplificar.

Assim, atento às necessidades morais daqueles que o ouviram, certo de que suas palavras ficariam para a posteridade, manifestou-se elevando o tom de voz, com a intenção de ressaltar o ensinamento daquela ocasião.

- Olhe bem ao meu redor, está vendo estas pessoas? Então pergunto: quem é minha mãe? Quem são meus irmãos?

Diante do olhar de incompreensão e incredulidade do mensageiro, Jesus complementou, indicando o povo e seus apóstolos:

- Eis minha mãe, eis meus irmãos, porque todo aquele que fizer a vontade do Pai que está nos Céus, este será minha mãe, estes serão meus irmãos.

O Divino Mestre nos transmitia mais uma grandiosa lição de espiritualidade.

Não são os laços da carne que nos fazem uma família, mas as afinidades do espírito. Por isso enfatizou:

- Pois, todo aquele que fizer a vontade de Deus, este é meu irmão, minha irmã e minha mãe.

No final do dia, Jesus reencontrou sua querida mãe e abraçou seus irmãos, mas apenas depois de concluída a palavra e após o atendimento a todos os necessitados.

Eles ainda não compreendiam a essência de Sua nobre missão.

(Obra: Jesus o Divino Amigo -  Antonio Demarchi / Irmão Virgílio)

terça-feira, 11 de setembro de 2012

JESUS, o Divino Amigo

Jesus foi o Divino Modelo de conduta, que nos trouxe o maior legado que a humanidade já teve como código de amor, misericórdia e humildade: seu Evangelho de Luz. Que nos amou de forma incondicional renunciando temporariamente às esferas de luz onde habitava para encarnar em um planeta denso, de pesadas vibrações, passando todas as necessidades que  a matéria impõe, sem nenhum privilégio, somente para exemplificar seu amor. Mais uma vez, vale a assertiva do Mestre, aplicada ao nosso comportamento:

"Pai, perdoai-os. Eles não sabem o que fazem".

Vivemos um período crucial para a evolução da humanidade, e o mais importante, neste momento, é buscarmos o refúgio oferecido pelo Divino Pastor. Mas se não conhecermos Jesus em sua essência, como poderemos amá-Lo verdadeiramente?

A grande maioria diz amar a Cristo, porém aqueles que o compreendem sabem que amar Jesus não é simplesmente repetir: "Eu amo", mas seguir seus passos, seus exemplos, ouvir sua voz, aprender a perdoar, a buscar a humildade, ser mais caridoso e tolerante, enfim, amar nosso próximo como Ele nos amou. Aí amaremos de fato a Jesus.

Falar de Jesus, o Divino Amigo, é uma grande responsabilidade, e estamos cientes disso. Tomamos a liberdade de repetir aqui as palavras de João Batista: "não sou digno de, curvando-me, desatar-Lhe as correias das sandálias".

O mundo se agita, convulso, entre conflitos e catástrofes naturais, e devemos entender nessas ocorrências um alerta para despertarmos enquanto é tempo, para buscarmos a orientação de Jesus, o Divino Amigo, que representa a segurança do abrigo, a paz de um porto seguro que tanto necessitamos.

Que todos possam buscar em Jesus a fortaleza necessária, o refúgio para as suas angústias.

(Obra: Jesus o Divino Amigo - Antonio Demarchi/Irmão Virgílio)