https://youtu.be/SYm0Y6o9-9Q
Com Rossandro Klinjey
- Doutor, às vezes o caminho mais curto para o coração é o estômago
faminto e não o cérebro repleto de questionamentos. Em muitas ocasiões, Jesus também anunciava o Reino de Deus, sem nada dizer !
O que está faltando ser feito, a fim de que o homem desperte para as
realidades transcendentes da Vida não é a parte de Deus, que jamais
cessa de nos falar através da linguagem silenciosa de seu Amor infinito,
mas a nossa parte pela voz inarticulada do exemplo, na vivência desse mesmo Infinito Amor !
(Chico Xavier)
l(Obra: Trabalhadores da Última Hora - Carlos A.Baccelli/Inácio Ferreira)
Os textos evangélicos nos confirmam sempre os imperativos inolvidáveis que fulguram por ápices do caminho de ascensão para a Vida Imperecível:
"amai”
“amar sempre”
“amemos”
“ama o próximo como a ti mesmo”
“que amemos incessantemente”
“o amor nos cobre a multidão das faltas”...
E ensinando-nos o verbo sublime, a plataforma do Cristo é inconfundível.
Entretanto, quase sempre, somos aqueles filhos de Deus na Terra buscando “ser amados” e, comprazendo-nos nisso, as dificuldades se nos ampliam constantemente.
Falamos a vós outros, de modo geral,conhecendo embora os anseios pessoais multiformes que nos caracterizam.
Se possível, seríamos, com a maior satisfação, aquele mensageiro das boas novas, de ordem particular para cada um dos corações amigos que se congregam conosco para os mesmos objetivos.
Ainda assim, queridos amigos, urge considerar que a mensagem do Evangelho nos serve a todos.
Cada qual de nós pode retirar dela as derivações construtivas de que necessitamos para a edificação íntima a que nos cabe atender.
Amemos e penetraremos os pórticos das realizações que demandamos na caminhada espiritual.
Mensagem recebida em 18.11.1972.
Livro “BEZERRA, CHICO E VOCÊ"
Psicografia: FRANSICO CÂNDIDO XAVIER
A Netflix adquiriu os direitos da série "Juana Inês", produção do canal mexicano de televisão Once. A série conta a história da freira Juana de La Cruz, filósofa e escritora tida como uma referência do início da Literatura mexicana na língua espanhola._
Juana de Asbaje / Juana Inés de La Cruz foi uma das encarnações de Joanna de Ângelis.
No século XVII (em 1651, no México) o Espírito que fora Joana de Cusa (na época de Jesus), reaparece no cenário do mundo na personalidade de Juana de Asbaje y Ramirez de Santillana que, mais tarde, por questões de ordem religiosa, viria adotar o nome de Sóror Juana Inés de la Cruz.
Veio ao mundo para dedicar-se mais uma vez à prática do Bem.
Aos três anos, aprende as primeiras letras e aos cinco começa a fazer versos.
Indo para a capital mexicana, a menina-prodígio – como era conhecida – recebe o convite do marquês de Mancera (que pretendia criar uma corte brilhante, na tradição europeia) para ser dama de companhia de sua mulher.
Na corte, encantou todos com sua beleza, inteligência e graciosidade, tornando-se conhecida e admirada pelas suas poesias, seus ensaios e peças bem-humoradas, que a levariam mais tarde a ser considerada a maior poetisa da língua hispânica.
Aos dezesseis anos, com imensa sede de saber, deixa a vida da corte para ingressar no Convento das Carmelitas Descalças. Mais tarde, seguindo orientação do seu confessor, transfere-se para a Ordem de São Jerônimo na qual contaria com maiores recursos para cultivar o estudo das letras e da Ciência. Nessa época, foi que adotou o nome religioso, conforme registramos em linhas precedentes.
Como Sóror Juana Inés de la Cruz, viveu uma vida dedicada aos estudos, às pesquisas e ao combate aos preconceitos, inclusive dentro da própria igreja. Um exemplo disso, foi a carta que recebeu do bispo de Puebla, na qual aconselhava que ela se dedicasse mais às questões religiosas em vez de se preocupar tanto com os problemas e as carências da sociedade. Ela respondeu ao prelado com diplomacia e desenvoltura, fazendo uma brilhante defesa da necessidade do conhecimento geral para melhor entender e servir a Deus, defendendo o direito da mulher de se dedicar às atividades intelectuais._
Segundo o escritor e crítico Alberto Salceda, essa missiva de Sóror Juana é a “Carta Magna da liberdade intelectual da mulher americana.” Defende o direito da mulher inteligente e capaz de lecionar e pregar livremente.
Em 1695, houve uma epidemia de peste na região. Juana socorreu durante todo o dia as suas irmãs religiosas que, juntamente com a maioria da população, estavam enfermas. Foram morrendo, aos poucos, uma a uma das suas assistidas e quando não restavam mais religiosas, ela, abatida e doente, tombou, vencida, aos quarenta e quatro anos de idade.
O que é Solidão ?
Solidão não é a falta de gente para, conversar, passear, namorar ou fazer sexo……isto é carência. Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar… isto é saudades. Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe às vezes para realinhar os pensamentos……isto é equilíbrio. Tampouco é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente, para que revejamos a nossa vida… isto é um princípio da natureza. Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado … isto é circunstância. Solidão é muito mais que isto… Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.
-Francisco Cândido Xavier-
Reconheces-te, muitas vezes, no mundo, como quem se vê num campo de imensa luta.
Duelos entre a luz e a sombra.
Forças antagônicas do bem e do mal.
Os ângulos do combate estão em várias frentes. Rádio-televisão, imprensa, lares e praças.
Leste o noticiário em torno do homem que exterminou a existência de pessoas queridas, entregando-se, depois, às tramas do suicídio. Viste a foto de outro que se responsabiliza por assaltos e agressões.
Estudaste a fisionomia da mulher que enjeitou o filhinho para não arredar-se da aventura. Conheceste o drama do jovem revoltado que se fez incendiário, nos desvarios da indisciplina.
Registraste as ocorrências tristes, desencadeadas por aqueles que resvalaram na delinquência, conturbados em processos obsessivos.
Contempla as áreas de conflito e, conquanto amando a dignidade do bem, não censures as vítimas do mal, suficientemente infelizes por si mesmas.
Os que ferem são os verdadeiros feridos e todos os feridos são doentes.
Abençoa, alivia, restaura, levanta. Separa a enfermidade do enfermo, como auxilias a laranjeira, libertando-a da erva invasora, e descobrirás unicamente o irmão que chora e sofre.
Pensa no que faria Jesus se o visses, em pessoa, no chão da vida humana, observando os que desfalecem. Não lhe ouvirias qualquer frase condenatória.
Decerto, o Senhor se debruçaria sobre os caídos, a fim de socorrê-los. E se lhe perguntasses porque estaria agindo assim, responderia sem hesitar: — Eles todos são meus.
MEIMEI
Livro: Amizade*
*Psicografia de Francisco Cândido Xavier