sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Cine-Debate: KARDEK


Data: Sexta-feira, 6 de setembro de 2019 de 19:30 a 21:30
Local: Espaço Espírita - Hammed (Rua Maquerobi 54, 04053030 São Paulo)
Organizado por Espaço Espírita - Hammed
Entrada gratuita;

Fonte: Espaço Espírita Hammed - via Facebook.

Nos Domínios da Voz

Observe como vai indo a sua voz, porque a voz é dos instrumentos mais importantes na vida de cada um.
A voz de cada pessoa está carregada pelo magnetismo dos seus próprios sentimentos.
Fale em tonalidade não tão alta que assuste e nem tão baixa que crie dificuldade a quem ouça.
Sempre aconselhável repetir com paciência o que já foi dito para o interlocutor, quando necessário, sem alterar o tom de voz, entendendo-se que nem todas as pessoas trazem audição impecável.
A quem não disponha de facilidades para ouvir, nunca dizer frases como estas:
— “Você está surdo?”
— “Você quer que eu grite?”
— “Quantas vezes quer você que eu fale?” ou,
— “Já cansei de repetir isso”.
A voz descontrolada pela cólera, no fundo, é uma agressão e a agressão jamais convence.
Converse com serenidade e respeito, colocando-se no lugar da pessoa que ouve, e educará suas manifestações verbais com mais segurança e proveito.
Em qualquer telefonema, recorde que no outro lado do fio está alguém que precisa de sua calma, a fim de manter a própria tranquilidade.

Espírito: André Luiz.
Médium: Francisco Cândido Xavier
Obra: Sinal Verde (cap. 3)

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

NORMA DE LUZ

Deus nos ampara a fim de que amparemos aos mais necessitados que nós mesmos.
Ajuda-nos para que ajudemos.
Sustenta-nos a fé para que apoiemos os irmãos que vacilam.
Releva-nos as faltas de maneira a relevarmos as faltas dos outros.
Socorre-nos em nossas necessidades de modo a socorrermos as necessidades alheias.
Guarda-nos a fortaleza de ânimo a fim de que possamos fortalecer os companheiros mais fracos do que nós.
Educa-nos para que saibamos educar.
Em suma, esta é a norma de luz da Providência Divina: “Auxilia e serás auxiliado”.
*Bezerra de Menezes. Aulas da Vida.* *Psicografia F. C. Xavier. Ed. IDEAL.*

10 Dicas Do Espírito Dr. Bezerra De Menezes Para A Sua Vida


Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, mais conhecido apenas como Bezerra de Menezes, foi um médico, militar, escritor, jornalista, político, filantropo e expoente da Doutrina Espírita. Conhecido também como O Médico dos Pobres.

1. NÃO basta rogar ajuda para si.
É indispensável o auxílio aos outros.

2. NÃO vale a revelação de humildade na indefinida repetição dos pedidos de socorro.
É preciso não reincidirmos nas faltas.

3. NÃO há grande mérito em solicitarmos perdão diariamente.
É necessário desculparmos com sinceridade as ofensas alheias.

4. NÃO há segurança definitiva para nós se apenas fazemos luz na residência dos vizinhos.
É imprescindível acendê-la no próprio coração.

5. NÃO nos sintamos garantidos pela certeza de ensinarmos o bem a outrem.
É imperioso cultivá-lo por nossa vez.

6. NÃO é serviço completo a ministração da verdade construtiva ao próximo.
Preparemos o coração para ouvi-la de outros lábios, com referência às nossas próprias necessidades, sem irritação e sem revolta.

7. NÃO é integral a medicação para as vísceras enfermas.
É indispensável que não haja ódio e desespero no coração.

8. NÃO adianta o auxílio do Plano Superior, quando o homem não se preocupa em retê-lo.
Antes de tudo, é preciso purificar o vaso humano para que se não perca a essência divina.

9. NÃO basta suplicar a intercessão dos bons.
Convençamo-nos de que a nossa renovação para o bem, com Jesus, é sagrado impositivo da vida.

10. NÃO basta restaurar simplesmente o corpo físico.
É inadiável o dever de buscarmos a cura espiritual para a vida eterna.

(BEZERRA DE MENEZES, “Taça de Luz”, 4, FCXavier, FEESP)

terça-feira, 27 de agosto de 2019

CONSEQUÊNCIAS DO PASSADO


1 - Como podemos compreender os resultados de nossas existências anteriores?

EMMANUEL - Para compreender os resultados das existências anteriores, baste que o homem observe as próprias tendências, oportunidades, lutas e provas.

2 - Como entender, na essência, as dívidas ou vantagens que trazemos de existências passadas?

EMMANUEL - Estudos que efetuamos corretamente, ainda que terminados há longo tempo, asseguram-nos títulos profissionais respeitáveis. Faltas praticadas deixam azeda sucata de dores na consciência, pedindo reparação. Se plantarmos preciosa árvore, desde muito, é natural venhamos a surpreende-la, carregada de utilidades e frutos para os outros e para nós. Se nos empenhamos num débito, é justo suportemos a preocupação de pagar.

3 - Qual a lição que as horas nos ensinam?

EMMANUEL - Meditemos a simples lição das horas. Comumente, durante a noite, o homem repousa e dorme; em sobrevindo a manhã, desperta e levanta-se com os bens ou com os males que haja procurado para si mesmo, no transcurso da véspera. Assim, a vida e a morte, na lei da reencarnação que rege o destino.

4 - Qual a situação moral da alma no túmulo e no berço?

EMMANUEL - No túmulo, a alma, ainda vinculada ao crescimento evolutivo, entra na posse das alegrias e das dores que amontoou sobre a própria cabeça; no berço, acorda e retoma o arado da experiência, nos créditos que lhe cabe desenvolver e nos débitos que está compelida a resgatar.

5 - Em síntese, onde permanece, espiritualmente, a criatura reencarnada?

EMMANUEL - Cada criatura reencarnada permanece nas derivantes de tudo o que fez consigo e com o próximo.

6 - Qual a explicação lógica das enfermidades congênitas?

EMMANUEL - Os grandes delitos operam na alma; estados indefiníveis de angústia e choque, daí nascendo a explicação lógica das enfermidades congênitas, às vezes inabordáveis a qualquer tratamento.

7 - O que ocorre aos suicidas nas vidas ulteriores?

EMMANUEL - Suicidas que estouraram o crânio ou que se entregaram a enforcamento, depois de prolongados suplícios, nas regiões purgatórias, frequentemente, após diversos tentames frustrados de renascimento, readquirem o corpo de carne, mas, transportam nele as deficiências do corpo espiritual, cuja harmonia desajustaram.
Nessa fase, exibem cérebros retardados ou moléstias nervosas obscuras.

8 - E os protagonistas de tragédias passionais?

EMMANUEL - Protagonistas de tragédias passionais, violentas e obscuras, criminosos de guerra, aproveitadores de lutas civis, que manejam a desordem para acobertar interesses escusos; exploradores do sofrimento humano, caluniadores, empreiteiros do aborto e da devassidão e malfeitores outros, que a justiça do mundo não conseguiu cadastrar, voltam à reencarnação em tribulações compatíveis com os débitos que assumiram e, muitas vezes, junto das próprias vítimas, sob o mesmo teto, marcados por idênticos laços consanguíneos, tolerando-se mutuamente, até a solução dos enigmas que criaram contra si mesmos, atento ao reequilíbrio de que se veem necessitados, ou sofrem a pena do resgate preciso em desastres dolorosos, integrando os quadros inquietantes dos acidentes em que se desdobra o resgate do Espírito reencarnado, seja nos transes individuais ou nas provações coletivas.

9 - E aos cúmplices de erros e enganos?

EMMANUEL - As grandes dificuldades não caem exclusivamente sob os suicidas e homicidas comuns.
Quantos se fizeram instrumentos diretos ou indiretos das resoluções infelizes que adotaram são impelidos a recebe-los nos próprios braços, ofertando-lhes o recinto doméstico por oficina de regeneração.

10 - O que ocorre àqueles que provocaram o suicídio de alguém?

EMMANUEL - Se levianamente provocamos o suicídio de alguém, é possível que tenhamos esse mesmo alguém, muito em breve, na condição de um filho-problema ou de um familiar padecente; requisitando-nos auxílio, na medida das responsabilidades que assumimos na falência a que se arrojou.

11 - Que acontece aos que impelem o próximo à falência moral?

EMMANUEL - Se instilamos viciação e criminalidade em companheiros do caminho, asfixiando-lhes as melhores esperanças na desencarnação prematura, é certo que se corporificarão, de novo, na Terra, ao nosso lado, a fim de que lhes prestamos concurso imprescindível à reeducação, na pauta dos compromissos a que nos enredamos, ao precipita-los nos enganos terríveis de que buscam desvencilhar-se, abatidos e desditosos.
Nas mesmas circunstâncias carreamos em nós, enraizadas nas forças profundas da mente, os bens ou os males que cultivamos.

12 - E o que ocorre aos desencarnados que malbarataram os tesouros da emoção e da idéia?

EMMANUEL - Quando desencarnados, não fugimos à lei de causa e efeito.
Se malbaratamos os tesouros das emoções e dos pensamentos na Terra, deambulamos nas esferas espirituais por doentes da alma, que a perturbação ensandece, fadados a reaparecer no plano carnal com as enfermidades consequentes, a se entranharem nos tecidos orgânicos, que nos compõem a vestimenta física.

13 - E àqueles que se entregam aos desequilíbrios do sexo?

EMMANUEL - Nessas condições, o porvir esboça-se, nebuloso, apontando-nos graves lições de refazimento e resgate.
Se abraçamos desequilíbrios de sexo, agravados com padecimentos alheios por nossa conta, aguentamos inibições genésicas, muitas vezes, com o cansaço precoce e a distrofia muscular, a epilepsia ou o câncer de permeio.

14 - E àqueles que perpetram crimes?

EMMANUEL - Se perpetramos crimes na pessoa dos nossos semelhantes, eis-nos à frente de mutilações dolorosas.

15 - E àqueles que se entregam às extravagâncias da mesa?

EMMANUEL - Se nos entregamos à extravagância da mesa, arcamos com ulcerações e gastralgias que persistem tanto tempo quanto se nos perdurem as alterações do veículo espiritual.

16 - E àqueles que se afeiçoam ao alcoolismo?

EMMANUEL - Se nos afeiçoamos ao alcoolismo ou ao abuso de entorpecentes, somos induzidos à loucura ou à idiotia seja onde for.

17 - E àqueles que se empenham em delitos de maledicência e calúnia?

EMMANUEL - Se nos empenhamos em delitos de maledicência e calúnia, atravessamos vastos períodos de surdez ou mudez, precedidas ou seguidas por distonias correlatas.

18 - As consequências de nossos erros se verificam apenas na forma de doenças comuns?

EMMANUEL - Não.
Além disso, é preciso contar com as probabilidades da obsessão, porquanto, cada vez que ofendemos aos que nos partilham a marcha, atraímos, em prejuízo próprio, as vibrações de revolta ou desespero daqueles que se categorizam por vítimas de nossas ações impensadas.

19 - Qual deve ser a nossa atitude perante as provas da vida?

EMMANUEL - Diante das provas inquietantes que se demoram conosco, aprendamos a refletir, para auxiliar, melhorar, amparar e servir aqueles que nos cercam.

20 - Quais as relações entre o presente, o passado e o futuro?

EMMANUEL - Todos estamos no presente, com o ensejo de construir o futuro, mas envolvidos nas consequências do passado que nos é próprio. Isso porque tudo aquilo que a criatura semeie, isso mesmo colherá.

EMMANUEL

Do livro “Leis Do Amor”, Francisco Cândido Xavier E Waldo Vieira

O Câncer e o Espiritismo

André Luiz conta, através da psicografia de Chico Xavier que um Espírito ao preparava-se para reencarnar, pediu para seu novo corpo físico uma úlcera que apareceria em sua madureza física e que não deveria encontrar cura até sua desencarnação, para que ele pudesse ressarcir um assassinato que cometeu ao esfaquear um homem (que estava na sua madureza física) na região do estômago. Como vemos, mesmo que este Espírito cuide de sua saúde durante toda sua juventude, não fugirá da úlcera “moral” que “ele pediu”.

Então, câncer é uma enfermidade cármica?

A experiência diz que sim. Estamos submetidos a um mecanismo de causa e efeito que nos premia com a saúde ou corrige com a doença, de acordo com nossas ações.

O câncer seria então o resultado de um comportamento desajustado, em vidas anteriores?

Nem sempre. A causa pode estar nesta existência. Um exemplo: as estatísticas demonstram grande incidência de câncer no pulmão, em pessoas que fumam. Há elementos cancerígenos nas substâncias que compõem o cigarro. Quem fuma, portanto, é sério candidato a esse mal. Será o seu carma. Há uma charge ilustrativa, em que um cigarro diz para o fumante: "Hoje você me acende. Amanhã eu o apagarei!" Certíssimo! Bom dia!

Senado vai homenagear líder espírita em sessão especial

O Plenário do Senado Federal terá sessão especial na quinta-feira (29), às 16h, para homenagear Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, um dos expoentes do Espiritismo.

Mais conhecido como Bezerra de Menezes (1831-1900), o homenageado foi médico, militar, jornalista, escritor e político e tornou-se um dos grandes nomes da chamada Doutrina Espírita.

Nascido na cidade de Riacho do Sangue, no Ceará, Bezerra de Menezes ficou conhecido como o "médico dos pobres" em virtude de ações voluntárias e de solidariedade que praticava. Foi duas vezes presidente da Federação Espírita Brasileira (FEB).

A homenagem foi requerida pelo senador Eduardo Girão (Podemos-CE), para quem Bezerra de Menezes foi um grande humanista e pacifista: "Extremamente caridoso, dedicou a sua carreira a cuidar dos pobres e dos desfavorecidos".

Fonte: Agencia Senado (Reprodução autorizada  mediante citação da Agência Senado)