segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Sugestões No Caminho

Lamentar-se por quê?... Aprender sempre, sim.

Cada criatura colherá da vida não só pelo que faz, mas também conforme esteja fazendo aquilo que faz.
Não se engane com falsas apreciações acerca de justiça, porque o tempo é o juiz de todos.

Recorde: tudo recebemos de Deus que nos transforma ou retira isso ou aquilo, segundo as nossas necessidades.
A humildade é um anjo mudo.

Tanto menos você necessite, mais terá.

Amanhã será, sem dúvida, um belo dia, mas para trabalhar e servir, renovar e aprender, hoje é melhor.

Não se iluda com a suposta felicidade daqueles que abandonam os próprios deveres, de vez que transitoriamente buscam fugir de si próprios, como quem se embriaga para debalde esquecer.

O tempo é ouro, mas o serviço é luz.

Só existe um mal a temer: aquele que ainda exista em nós.

Não parar na edificação do bem, nem para colher os louros do espetáculo, nem para contar as pedras do caminho.

A tarefa parece fracassar? Siga adiante, trabalhando, que, muita vez é necessário sofrer, a fim de que Deus nos atenda à renovação. fim de que Deus nos atenda à renovação.



(Obra: Sinal Verde - Chico Xavier/André Luiz)


domingo, 4 de setembro de 2011

NUNCA TE ATORMENTES...

Nunca te amedrontes diante dos problemas
que te apareçam...
Na maioria das circunstâncias, eles significam
mudança e mudança pede adaptação à realidade
para o bem de todos e mais acentuada felicidade
para cada um, no nível em que cada um se coloque.

À frente de qualquer desafio, recordemos
que todo problema é um convite da vida,
em nome de Deus, para que venhamos a compreender
mais amplamente,
melhorar sempre
e servir mais.

(Obra: Encontro Marcado - Chico Xavier/Emmanuel)

sábado, 3 de setembro de 2011

O CARINHO DO SENHOR


"... porque eles não tinham tempo nem para comer, visto serem numerosos os que iam e vinham." (Mc: 6, 31)

Interessante o estudo atento de certos parágrafos do Evangelho ! Marcos, nas anotações acima, relata que os apóstolos sequer tinham tempo para comer...A gente, não obstante, dispõe de tempo para muito mais do que isso e ainda reclama.Foi preciso que Jesus, observando o desgaste em que os amigos se envontravam, os convidasse:- "Vinde repousar um pouco, à parte, num lugar deserto..."Vejamos como Jesus, atento às menores necessidades de seus seguidores, os trata com inexcedível carinho.Ele não os chama para repousar muito, mas, sim, por "um pouco" - ou seja, pelo tempo estritamente necessário ao seu refazimento.Muitos de nós, para cada hora de serviço doado ao Evangelho, reclamamos o resto da semana ou do mês para descanso.Será que estamos assim tão despreparados de vivenciar o amor ao próximo, que a caridade logo nos exaure nas energias espirituais?Porque, durante horas, somos capazes de sustentar um diálogo sem maior proveito com alguém e, sobre um tema edificante, não conseguimos conversar mais que alguns minutos?Como solicitar maior cota de serviço e responsabilidade, na construção do Reino Divino entre os homens, se, por enquanto, não atendemos nem mesmo o pequenino dever que nos cabe?Se ninguém deve abraçar tarefa além de suas forças, igualmente não deve se subestimar em sua capacidade de realização, porque a grande verdade é que, com um pouco mais de boa vontade, todos podemos fazer mais.

(Obra: Saúde Mental À Luz do Evangelho - Carlos A.Baccelli/Inácio Ferreira)

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

SERVICINHOS

"Antes sede uns para com os outros benignos." - Paulo. (EFÉSIOS, 4:32.)



Grande massa de aprendizes queixa-se, por vezes, da ausência de grandes oportunidades nos serviços do mundo.

Aqui, é alguém desgostoso por não haver obtido um cargo de alta relevância; além, é um irmão inquieto porque ainda não conseguiu situar o nome na grande imprensa.

A maioria anda esquecida do valor dos pequenos trabalhos que se traduzem, habitualmente, num gesto de boas maneiras, num sorriso fraterno e consolador... Um copo de água pura, o silêncio ante o mal que não comporta esclarecimentos imediatos, um livro santificante que se dá com amor, uma sentença carinhosa, o transporte de um fardo pequenino, a sugestão do bem, a tolerância em face de uma conversação fastidiosa, os favores gratuitos de alguns vinténs, a dádiva espontânea ainda que humilde, a gentileza natural, constituem serviços de grande valor que raras pessoas tomam à justa consideração.

Que importa a cegueira de quem recebe? que poderá significar a malevolência das criaturas ingratas, diante do impulso afetivo dos bons corações? Quantas vezes, em outro tempo, fomos igualmente cegos e perversos para com o Cristo, que nos tem dispensado todos os obséquios, grandes e pequenos?

Não te mortifiques pela obtenção do ensejo de aparecer nos cartazes enormes do mundo. Isso pode traduzir muita dificuldade e perturbação para teu espírito, agora ou depois.
Sê benevolente para com aqueles que te rodeiam. Não menosprezes os servicinhos úteis.
Neles repousa o bem-estar do caminho diário para quantos se congregam na experiência humana.

(Obra: Vinha de Luz - Chico Xavier/Emmanuel)

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Defenda-se

Não converta seus ouvidos num paiol de boatos.
A intriga é uma víbora que se aninhará em sua alma.
Não transforme seus olhos em óculos da maledicência.
As imagens que você corromper viverão corruptas na tela se sua mente.
Não Faça de suas mãos lanças para lutar sem proveito.
Use-as na sementeira do bem.
Não menospreze sua faculdades criadoras, centralizando-as nos prazeres fáceis.
Você responderá pelo que fizer delas.
Não condene sua imaginação às excitações permanentes.
Suas criações inferiores atormentarão seu mundo íntimo.
Não conduza seus sentimentos à volúpia de sofrer.
Ensine-os a gozar o prazer de servir.
Não procure o caminho do paraíso, indicando aos outros a estrada para
o inferno. A senda para o Céu será construída dentro de você mesmo.

(Obra: Agenda Cristã - Chico Xavier/André Luiz)

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

BOM COMBATE

Voltando à Pátria Espiritual, depois da morte, estamos freqüentemente na condição daquele filho pródigo da parábola, de retorno à casa paterna para a bênção do amor.

Emoção do reencontro.

Alegria redescoberta.

Entretanto, em plena festa de luz, quase sempre desempenhamos o papel do conviva do cérebro deslumbrado, trazendo espinhos no coração.
Por fora, é o carinho que nos reúne.

Por dentro, é o remorso que nos fustiga.

Vanguarda que fulgura.

Retaguarda que obscurece.

Êxtase e dor.

Esperança e arrependimento.

Reconhecidos às mãos luminosas que nos afagam, muitos de nós sentimos vergonha das mãos sombrias que oferecemos.

E porque a Lei nos infunde respeito à justiça, aspiramos a debitar a nós próprios o necessário burilamento e a suspirada felicidade.

Rogamos, dessa forma, a reencarnação, à guisa de recomeço, buscando a tarefa que interrompemos e a afeição que traímos, o dever esquecido e o compromisso menosprezado, famintos de reajuste.

Agradece, assim, o lugar de prova em que te sintas.

Corpo doente, companheiro difícil, parente complexo, chefe amargo e dificuldade constante são oportunidades que se renovam.

Todo título exterior é instrumentação de serviço.

A existência terrestre é o bom combate.

Defeito e imperfeição, débito e culpa são inimigos que nos defrontam.
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Aperfeiçoamento individual é a única vitória que não se altera.

E, em toda parte, o verdadeiro campo de luta somos nós mesmos.

(Obra: Justiça Divina - Chico Xavier/Emmanuel)

terça-feira, 23 de agosto de 2011

ALIMENTO DETERIORADO


"... com autoridade ele ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!"
(Mc: 1, 27)




Evitemos aceitar qualquer tipo de provocação que alguém nos faça.

Não entremos em sintonia com as sombras.

Tenhamos cautela para não cairmos nas armadilhas em que os adversários intentam nos encarcerar a mente.

Não revidemos ofensas.

A palavra dita em agressão, se não lhe conferimos importância, morre sem eco.

Não agasalhemos aos ouvidos a crítica leviana.

A intenção de quem nos elege por alvo de sua maledicência, no fundo, é a de subtrair-nos ao dever a cumprir.

Sigamos imperturbáveis à gritaria em torno.

Quem escolhe ocupar-se exclusivamente do bem não dispõe de tempo para polemizar com quem não sabe fazer outra coisa.

Imaginemos de Jesus, no intuito de convencer os doutores da lei, sobre a sua condição de Messias esperado, permanecesse retido nas sinagogas em discussão infinda.

Para afastar do bom caminho o obreiro do Evangelho, o mal age com sutileza e possui incalculável arsenal de artimanhas.

Desprevenidos, não nos deixemos apanhar de mãos desocupadas.
Compreendamos que, de paladar viciado, existem pessoas que habituaram a se nutrir,
quase exclusivamente, com alimento deteriorado...
Se não lhes dermos o que comer, elas perecerão de fome!

(Obra: Saúde Mental À Luz do Evangelho - Carlos A.Baccelli/ Inácio Ferreira)