Passado o feriado, a vida volta ao seu ritmo: compromissos, preocupações, cansaço, tarefas acumuladas. Aos poucos, aquilo que parecia tão vivo durante os dias de reflexão corre o risco de ficar para trás, como se a mensagem da Páscoa pertencesse apenas a uma data especial.
Mas talvez seja justamente agora que ela mais precise florescer em nós.
Porque o verdadeiro sentido da Páscoa não termina quando acabam as celebrações. Ele continua quando escolhemos recomeçar. Quando, mesmo feridos, não endurecemos. Quando, mesmo cansados, não desistimos de amar. Quando, mesmo em meio às lutas comuns da vida, preservamos a esperança.
Há ressurreições que não acontecem em grande espetáculo, mas em silêncio.
No coração que decide perdoar.
Na alma que resolve confiar mais uma vez.
Na pessoa que, depois de um tempo escuro, encontra forças para continuar.
Talvez a grande pergunta deste dia não seja “como foi a Páscoa?”, mas sim: o que dela permanece em mim?
Se ficou mais fé, mais mansidão, mais desejo de viver com verdade, então a Páscoa não passou em vão.
Que a semana recomece, sim.
Mas que recomece com luz.
Com mais consciência do essencial.
Com mais ternura no olhar.
E com a certeza de que Deus também se revela depois do feriado, na rotina, no silêncio e nos pequenos gestos de cada dia.
Porque, quando o amor de Deus realmente toca o coração, a data passa — mas o sentido permanece.
Texto e imagem produzidos com inteligência artificial. Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.
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