quarta-feira, 1 de abril de 2026

No Dia da Mentira, escolhamos a verdade

Quando chega o primeiro de abril, muita gente entra no clima das brincadeiras e das pegadinhas. E eu entendo: para um jovem, isso pode parecer só diversão, uma forma de zoar um pouco e rir com os amigos. Mas vale a pena pensar com calma no que essa data significa.

O primeiro de abril ficou conhecido como o “Dia da Mentira”. Muita gente aproveita para inventar histórias, pregar peças ou enganar os outros por alguns minutos. Só que existe uma diferença entre fazer alguém rir e fazer alguém de bobo. E essa diferença é muito importante.

Mentira não é algo pequeno quando ela machuca, humilha, assusta ou faz a pessoa perder a confiança. Às vezes, quem inventa uma história pensa: “Ah, era só brincadeira.” Mas quem recebe pode sentir vergonha, raiva, tristeza ou até decepção. Nem todo mundo reage do mesmo jeito.

Quem quer viver a fé de verdade precisa aprender uma coisa: nem tudo o que todo mundo faz combina com aquilo que Deus espera de nós. O mundo muitas vezes acha normal brincar com a mentira, mas Jesus sempre nos chama para a verdade, para a sinceridade e para o respeito ao próximo.

Isso quer dizer que você não pode ser alegre, engraçado ou brincar com ninguém? Claro que não. Ser cristão não é ser triste. Você pode, sim, ter bom humor, rir, fazer piadas leves e viver momentos divertidos. O problema não está na alegria. O problema está em usar a mentira como se ela fosse algo bonito ou inofensivo.

Hoje, mais do que nunca, isso precisa ser levado a sério. A internet já está cheia de notícias falsas, boatos, montagens e enganos. Tem gente que sofre muito por acreditar em coisas que não eram verdade. Então, em vez de entrar nessa onda, talvez o mais inteligente seja fazer diferente.

No primeiro de abril, você pode escolher não espalhar mentira. Pode escolher não expor ninguém. Pode escolher não participar de brincadeiras que deixam alguém mal. E pode até usar a data para mostrar uma postura madura: a de alguém que sabe rir, mas sem machucar; que sabe brincar, mas sem enganar de verdade; que sabe viver com leveza, mas sem perder os valores.

No fundo, crescer também é isso: aprender que nem toda brincadeira vale a pena.

Então, se alguém perguntar qual deve ser sua postura nesse dia, a resposta pode ser simples: eu prefiro a verdade. Prefiro brincar sem humilhar. Prefiro rir sem ferir. Prefiro ser alguém em quem os outros podem confiar.

Porque, no fim das contas, ser legal não é enganar bem. É ter caráter, respeito e coragem para fazer o certo, mesmo quando todo mundo acha normal fazer o contrário.

Texto e imagem produzidos com inteligência artificial.

Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.

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