sábado, 31 de janeiro de 2026
Davi – Nasce um ReiUma história de fé, propósito e coragem que fala ao coração
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Congresso Espírita de Uberlândia: o que é e os destaques da edição 2026
A ideia central do congresso é criar um espaço organizado, acolhedor e acessível para estudo e diálogo sobre temas como vida interior, relações humanas, esperança, ética e consolação, a partir de uma perspectiva espírita.
Como funciona o congresso, em geral
Em linhas gerais, o CEU costuma ter:
Credenciamento e abertura no primeiro dia.
Palestras e debates ao longo da programação.
Apresentações artísticas integradas ao conteúdo.
Orientações ao público e estrutura para participação de diferentes perfis, inclusive com atividades voltadas a faixas etárias específicas.
Um ponto relevante (especialmente pensando em inclusão) é que há indicação de tradução em LIBRAS nas divulgações oficiais do evento.
A edição de 2026, com mais detalhes
A edição de 2026 ganhou destaque por consolidar o congresso como um evento de grande alcance, com público expressivo e programação variada.
Quando e onde aconteceu
Em 2026, o congresso foi divulgado como ocorrendo de 23 a 25 de janeiro de 2026, no Center Convention Uberlândia (complexo do Center Shopping Uberlândia).
Tema central
O tema anunciado para 2026 foi a mensagem:
“Nunca temais! Eu seguirei convosco, e vos aguardarei… Por todo o sempre.”
A divulgação relaciona essa frase à referência do livro Até o Fim dos Tempos, atribuído ao espírito Amélia Rodrigues, pela psicografia de Divaldo Franco.
Dimensão do evento, segundo a reportagem
A matéria do Globoplay (na cobertura do MGTV 1ª edição) destaca o congresso como um evento de grande porte, registrando que chegou à 9ª edição, com 15 palestrantes e mais de duas mil pessoas, abordando espiritualidade e relações humanas.
Orientações e estrutura para famílias e jovens
Na divulgação do local do evento, aparecem regras práticas de acesso às áreas de palestras e a existência de espaços voltados ao público mais jovem:
CEUzinho (6 a 12 anos)
CEU Jovem (13 a 21 anos)
Por que esse congresso chama atenção
Além da dimensão do público, o CEU se destaca por combinar conteúdo doutrinário e reflexões existenciais com linguagem acessível, organização e programação cultural — um formato que ajuda a ampliar o alcance do debate espiritual para além de quem já está inserido em grupos de estudo.
Fontes:
Matéria no Globoplay sobre o congresso (edição 2026): https://globoplay.globo.com/v/14287657/
Agenda do Center Convention Uberlândia (datas, tema e orientações): https://centerconvention.com.br/evento/9o-congresso-espirita-de-uberlandia-web-radio-fraternidade/
Site oficial do congresso (histórico e informações gerais): https://congressoespirita.com.br/
Notícia da Web Rádio Fraternidade sobre o 9º CEU (inscrições/tema): https://radiofraternidade.com.br/noticia/647/9-ceu-2026--vamos-comemorar-os-17-anos-da-web-radio-fraterndiade/
Texto produzido com inteligência artificial.Imagem obtida via Internet.Autor responsável: José Eduardo Thomé de Saboya Oliveira.
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
06 de Janeiro: Dia da Gratidão
Dia de Reis: Uma Reflexão à Luz da Doutrina Espírita
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
Joanna de Ângelis e suas encarnações conhecidas: uma trilha de fidelidade, coragem e serviço
É importante lembrar um ponto de bom senso, muito kardecista: identificações de vidas passadas não são dogma. No Espiritismo, elas são vistas como informações que podem ter valor se produzirem edificação moral, convidando à responsabilidade, à caridade e ao autoconhecimento — e não à idolatria ou ao espetáculo.
A seguir, as encarnações mais citadas quando se fala da trajetória reencarnatória de Joanna, incluindo as duas que você mencionou.
1) Joana de Cusa (ou “Juana de Cusa”)
É a encarnação mais lembrada por situar Joanna na época de Jesus. “Joana, mulher de Cusa”, aparece no Evangelho de Lucas entre as mulheres que acompanhavam e amparavam o ministério do Cristo (Lc 8:1–3). Em relatos espíritas, ela é apresentada como discípula fiel, que teria vivido provas difíceis e mantido o serviço ao bem como norte (Refs. 1 e 3).
O sentido espiritual dessa lembrança: a fé que se torna atitude — presença, apoio, amparo e constância, mesmo quando ninguém aplaude.
2) Clara de Assis
Outra identificação recorrente é Santa Clara de Assis, ligada ao ideal de simplicidade, pobreza voluntária e fraternidade. Em sínteses biográficas do movimento espírita, Clara aparece como uma etapa marcante em que se destacam disciplina interior, renúncia e amor ao próximo (Ref. 3).
O sentido espiritual dessa lembrança: a “força mansa” — aquela coragem que não precisa de violência para ser firme.
3) Juana Inés de la Cruz (Juana de Asbaje)
Em muitos relatos, Joanna teria reencarnado no México como Juana de Asbaje, conhecida na vida religiosa e literária como Sor Juana Inés de la Cruz. Nessa etapa, a ênfase costuma recair sobre inteligência, sensibilidade, produção intelectual e defesa da dignidade feminina, além do serviço espiritual vivido em ambiente monástico (Refs. 1 e 4).
O sentido espiritual dessa lembrança: a mente a serviço do bem — estudo, lucidez e cultura com responsabilidade moral.
4) Joanna Angélica de Jesus
Por fim, uma das encarnações mais comoventes — e muito lembrada no Brasil — é Joanna Angélica de Jesus, associada ao episódio do Convento da Lapa, na Bahia, em contexto de conflitos da Independência. No meio espírita, ela é apresentada como uma vida de coragem e proteção, especialmente em defesa de pessoas vulneráveis (Refs. 1 e 5).
O sentido espiritual dessa lembrança: o amor que protege — quando o coração escolhe ser escudo, mesmo com risco pessoal.
O que “há mais” sobre esse assunto?
Além da lista de nomes, há alguns pontos que ajudam a entender por que o tema toca tanta gente:
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Uma linha de continuidade moral. Ao observar essas encarnações (Joana de Cusa, Clara, Sor Juana e Joanna Angélica), muitos enxergam um fio condutor: fidelidade ao Cristo, serviço ao próximo, disciplina interior e coragem (Refs. 1 e 3).
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O valor do exemplo acima da curiosidade. A proposta não é “provar quem foi quem”, e sim perguntar: que virtudes essas histórias me convidam a desenvolver hoje?
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A obra atribuída a Joanna de Ângelis. Independentemente de discussões biográficas, o movimento espírita destaca o conjunto de livros atribuídos a ela, especialmente os que dialogam com psicologia e autoconhecimento, muito estudados em grupos e centros (Ref. 4).
Conclusão
Falar das encarnações conhecidas de Joanna de Ângelis pode ser inspirador quando o tema é tratado do jeito certo: como um espelho de virtudes, não como um troféu de identidades. Se Joanna foi Joana de Cusa, Clara, Sor Juana e Joanna Angélica — como relatam algumas fontes espíritas — o que mais importa, para nós, é o convite silencioso que atravessa todas essas narrativas: servir melhor, amar com mais maturidade e permanecer com o bem, mesmo quando isso custa.
Referências
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Instituição Espírita Joanna de Ângelis (IEJA) — texto biográfico com o trecho “Revelações” e menções às identificações reencarnatórias. ieja.org.br
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SCHUBERT, Suely Caldas — O Semeador de Estrelas (PDF), capítulo “Joanna — Além do Tempo”, com relato sobre Sor Juana (Juana de Asbaje) e contexto de revelações. Comunidades+1
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Portal Luz Espírita — verbete “Joanna de Ângelis”, listando reencarnações atribuídas e contextualização. Luz Espírita
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Wikipédia — verbete “Joanna de Ângelis” (lista de encarnações atribuídas e panorama da obra). Wikipédia
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Wikipédia — verbete “Joana Angélica” (biografia histórica e menção à atribuição espírita ligada a Divaldo). Wikipédia
